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20 de fevereiro de 2013

Planejando a gravidez



Resolvi intercalar meus posts falando sobre reeducação alimentar, atividade física e coisas relacionadas ao meu objetivo de engravidar.

Muitas pessoas se planejam para a chegada dos filhos. Eu, por exemplo, tracei um planejamento com meu marido e acho importante observar o seguinte:

- Emagrecimento: se você precisa emagrecer (assim como eu), o melhor é fazê-lo agora, antes mesmo de engravidar, visando a saúde e uma boa gestação.



- Trabalho: aqui se encaixa o antes e o depois. Antes da gestação é necessário verificar a respeito do salário maternidade. Eu sou autônoma, então preciso recolher por conta própria o INSS, então é preciso verificar o valor de recolhimento e o valor do benefício, que é recebido por apenas 4 meses. Após a gestação é preciso se programar também, pois a licença maternidade é de apenas 4 meses (algumas empresas concedem o benefício por até 6 meses), então é preciso planejar se você voltará ao trabalho, se deixará seu filho com babá, na creche, com familiares, etc.
Como sou autônoma, me programo para me afastar do trabalho por 6 meses a 1 ano.

- Plano de saúde: praticamente todos os planos de saúde possuem carência de 300 dias para parto, ou seja, quase 1 ano de carência. Então se você pretende contratar um plano de saúde ou mudar o seu plano, é necessário que faça isso antes mesmo de engravidar.

- Economias: É super importante fazer um planejamento financeiro. Na minha opinião, ao contrário de muitas pessoas, não acho necessário ser rico para ter um filho, mas é importante fazer um planejamento.
Eu, por exemplo, tracei o meu planejamento financeiro com o meu marido levando em consideração o meu afastamento do trabalho por até 1 ano, ou seja, durante esse tempo teremos apenas o salário dele para o sustento da casa.
Além disso, é também legal lembrar que o bebê trará alguns custos extras, mas esses custos dependem de família para família.
Minha vizinha acabou de ter um filho e ela me contou que suas despesas com o bebê aumentaram o orçamento em R$ 4.500,00 (!!!!!!!!!). Isso porque, como ela só tem 4 meses de licença maternidade, resolveu colocar o neném em uma creche particular cuja mensalidade é de R$ 2.000,00. Além disso, ela contratou uma empregada doméstica pelo valor de R$ 1.000,00 mensais, que para ela sairá aproximadamente R$ 1.700,00 (em razão dos encargos trabalhistas). Os R$ 800,00 restantes é em relação aos custos do bebê.
Vejam que no caso da minha vizinha os R$ 4.500,00 são EXTRA. Ela não computou nesse valor as despesas fixas que ela já possuía antes de ter o neném, como a faxineira que continuará indo para ajudar a empregada doméstica, o supermercado, as contas, etc.
Ao contrário da minha vizinha, vi um depoimento em um site (que agora não me lembro qual) de uma mãe que também precisou colocar seu filho em uma creche, porém optou por uma pública, sem custo algum. Ela contou no depoimento que os custos com o nascimento do bebê foram mínimos, pois ela não alterou a rotina da casa, mas teve apenas um aumento pequeno com relação às fraldas e coisas do tipo.
Cada caso é um caso e utilizei dois extremos, mas acho muito importante se planejar com antecedência, até mesmo porque terão também os gastos com a compra de carrinho, bebê conforto, montagem do quarto do neném, etc.
Ainda dentro das economias, outro dia vi um especialista falando que o ideal é que uma família sempre economize 30% de sua renda mensal, pois dessa forma será mto difícil se desestabilizar financeiramente, mesmo com a chegada de um filho.
Claro que não é qualquer pessoa que consegue economizar 30% do salário neh? É muito difícil mesmo.

Acho que esses 4 itens são os mais importantes para se observar com antecedência, e é o que estou fazendo, pois assim pretendo ter uma gestação tranqüila, sem preocupações financeiras, com muita saúde e felicidade.

É isso. Amanhã tem mais, mas sobre emagrecimento.

Beijocas.